Após muito estrago dentro destes anos de pandemia, da Covid-19, a pandemia continua seguindo seu caminho, agora com sua nova variante Ômicron, que tem sua taxa de contágio maior do que a anterior, mas que felizmente com a taxa de mortalidade da variant é menor, menos letal do que sua antecessora Covid-19.
Hans Kluge, o responsável por dirigir a Organização Mundial de Saúde (OMS), no solo europeu, afirmou neste último domingo dia 23 de janeiro de 2022, que a variante do Covid-19, Ômicron representa possivelmente o último estágio da pandemia da Covid-19, no Velho Continente, mesmo com seu alto índice de contágio nestas semanas.
Segundos especialistas, no ritmo crescente que a Ômicron tem se propagado, é esperado que mais dá metade da população europeia seja contaminada, chegando a cerca de 60% de contaminação pela variante até o mês de março deste ano.
De acordo com o diretor da AFP: “É plausível que a região esteja caminhando para uma espécie de final de pandemia”. Segundo Kluge, ele diz que “pode haver possivelmente algumas semanas e meses de imunidade global”, e que isso seria por causa da eficácia de proteção da vacina, e pelo aumento da imunidade por infecção.
Para alguns especialistas, a pandemia como virmos vivendo no ano de 2020 e 2021, não irá retornar no futuro. Mesmo com os casos de infecção aparecendo, mas de forma reduzida, e nos padrões de doenças como gripe, que possui aumento sazonalmente em certas datas do ano, e estações mais conhecidas de gripe.
Desde o surgimento da variante, muitos cientistas observam o novo vírus, que é transmitido com mais velocidade do que o anterior, mas ainda sim é menos letal do que a Covid-19. Aqui no solo brasileiro, os cálculos de contágio por Covid-19 são no total de 24,1 milhões, com 623 mil óbitos.