Ômicron: quais os impactos da variante no organismo, especialistas ressaltam que cepa está longe de ser gripe

A COVID é uma doença que se propagou no mundo, as pessoas estão cada vez mais assustadas, com as novas variantes que surgem no mundo. A doença chegou e se espalhou pelo mundo rapidamente, fazendo milhões de vítimas, e deixando as pessoas em verdadeiro pânico.

Aparentemente acometendo as pessoas como um resfriado, a doença evolui para casos mais graves, de por exemplo insipiência respiratória, ou quadros de pneumonia. Infelizmente o Brasil foi um dos países com mais número de mortos, e apenas aqui foram 640 mil vítimas.

As pessoas se perguntam muito, se de fato a nova variante é mais fraca, e se pode levar infectados ao óbito. Por isso consultamos um especialista para saber as reais condições que a doença trás a seus acometidos, e a explicação foi muito clara.

A nova variante do tende a ser mais fraca, por conta da imunização das pessoas contra a COVID-19. Ela fica com 50% menos chances de se tornar um quadro grave. Porém, isto não impossibilita de atingir gravemente pessoas que não se vacinaram, idosos, doentes, e pessoas com problemas respiratórios.

A ômicron está longe de ser um resfriado inofensivo, e a mesma já faz algumas vítimas no Brasil, oque serve de alerta para a população. Vale ressaltar que algumas pessoas não tem risco de nem apresentar sintomas, ou outras podem manter sintomas contínuos.

Vale sempre as indicações de prevenção da doença, seguindo os protocolos de proteção, e se mantendo sempre bem higienizado. A doença infecta as pessoas quando as gotículas do vírus entram nas vias áreas, sejam por quais quer entradas de nosso corpo, como mais frequente nariz e boca.



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