É um fato que, muitas pessoas possuem a crença de que iremos partir desse plano apenas na hora certa, e que não morreremos antes do momento apropriado. Contudo, é necessário entendermos que a morte é algo natural e, cedo ou tarde, partiremos desse, deixando saudades naqueles que amamos. Algumas pessoas demonstram ter um pensamento diferente, como é o caso do rapaz que será citado abaixo.
O jovem, de 39 anos de idade, faleceu em sua casa, localizada no município de Domingos Martins (ES). Identificado como Silvio Trarbach Stein, o jovem era um empresário capixaba, sendo assassinado e tendo seu corpo queimado pelos próprios amigos.
As informações concedidas através da Polícia Civil informam que a motivação para o ato ocorreu após um canto de um pássaro, identificado como um “sinal da morte”.
O fato aconteceu no dia 16 de outubro, gerando grande repercussão entre os moradores da cidade. Após a notícia do crime, as autoridades policiais realizaram intensas buscas com o objetivo de encontrar os criminosos. As informações apontam que foram presos uma mulher de 23 anos, e um homem de 35, com ambos decidindo assumir que haviam assassinado Silvio Trarbach.
Geraldo Peçanha, advogado que ficou responsável pelo caso, ao ser indagado sobre o crime, afirmou que os criminosos informaram que estavam em uma festa ao lado do empresário na noite do assassinato. Foi informado, ainda, que ambos possuíam o costume de andar juntos, fazendo o uso de substâncias ilícitas e, na noite do crime, usando crack e cocaína.
O que chamou a atenção dos moradores, contudo, foi o fato de que, na noite de seu falecimento, o capixaba havia escutado um pássaro cantarolar, dizendo para o casal que estava ao seu lado que, quando o animal cantava, indicava que eles perderiam a vida. Os suspeitos afirmaram para as autoridades que, após as falas do homem, acreditaram que aquilo se tratava de uma ameaça.
O comentário em questão fez com que o ‘amigo’ de Silvio ficasse paranoico, tomando a decisão, naquele momento, de dar um mata-leão no empresário. O delegado ainda apontou que a mulher foi a responsável por atear fogo na casa e amarrar os pés da vítima.