Sorridente e meiga: Mãe de menina de 3 anos que morreu engasgada com uva relembra momentos com a filha

Leidiane Pereira, a costureira, usou palavras como animada, tranquila e gentil ao falar sobre sua filha. A menina, de nome Alice Emanuelli Pereira Bacelar e com apenas 3 anos de idade, infelizmente sofreu uma série de paradas cardíacas e veio a falecer depois de engasgar com uma uva. Apesar dos esforços, incluindo intubação e cirurgia, sua luta pela vida não teve sucesso.

“Era uma menina calma, doce, alegre, animada, sorridente, meiga… Era amável, carinhosa… As coisas ainda estavam do jeito que ela deixou aqui em casa”, desabafou.

Com emoção, a mãe expressou que a lembrança da filha está presente constantemente, e ela ainda não consegue aceitar a triste realidade do falecimento da criança.

“Eu lembro da rotina, eu acordava às 6h40, arrumava, levava ela e meus outros filhos para a escola. Aí chega às 17h, 17h30, penso: ‘vou buscar minha filha’. E é quando eu lembro que minha filha não está mais aqui. Partiu dessa para melhor, ela está nos braços do Senhor”, relembrou.

A morte

Alice Emanuelli Pereira Bacelar, uma criança de 3 anos de idade, faleceu em Goiânia depois de engasgar com uma uva e sofrer múltiplas paradas cardíacas. A família mencionou que a menina tinha o costume de comer a fruta após suas refeições. Inesperadamente, a costureira Leidiane Pereira, mãe de Alice, foi surpreendida ao ser acordada pela filha, que clamava por ajuda.

“Eu não sabia com o que ela estava engasgada, mas fiz os primeiros socorros porque eu assisto muita reportagem com pessoas engasgadas. Só que a uva não desceu, o que ela tentou pôr pra fora, voltou. Aí voltou para o pulmão. Então o pulmãozinho dela parou”, disse.

Leidiane relatou que a família buscou ajuda em uma igreja, onde uma técnica de enfermagem e um bombeiro presentes no culto prontamente iniciaram os procedimentos de socorro, conseguindo remover a uva da boca da criança. A pequena foi transferida para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), onde passou por intubação, no entanto, lamentavelmente não sobreviveu.

“Eu tive esperança até o último momento. Eu não vou mentir. Quando eu vi minha filha antes de ser intubada, eu tinha esperança. A tristeza é muito grande”, desabafou a mãe.

Fonte: G1



Recomendamos