Saiba quem são os influenciadores presos por divulgar o ‘jogo do tigrinho’

A situação está se agravando para os influenciadores que lucram divulgando o conhecido “jogo do tigrinho”. Na manhã de hoje, segunda-feira (18), cinco influenciadores do Pará foram detidos durante uma operação da Polícia Civil que investiga o possível envolvimento de uma organização criminosa na promoção de atividades de jogos de azar.

Na operação da Polícia Civil, entre os detidos encontram-se os influenciadores Gleidson Pereira Soares, conhecido como o Mago das Unhas, com mais de 100 mil seguidores em seu perfil do Instagram, Suzana Carla Melo de Araújo, Jessica Meireles Alves, Raissa Natasha Mota Berbary, Ingrid Silva e Iane Raquel Andrade dos Santos. As informações foram divulgadas pelo g1.

Investigação

Seis indivíduos adicionais estão sob investigação da Polícia Civil do Pará e estão atualmente em fuga. Entre eles estão Noelle Araújo, Lucas Lobo, Ellen Mayara Oliveira Borges, Lohane do Socorro Almeida de Souza, Jamile Ipiranga e Emily da Penha. Até o momento, os representantes legais dos influenciadores não se pronunciaram após o contato realizado pela equipe jornalística da TV Globo.

Recentemente, há duas semanas, a polícia do Paraná deteve um grupo de influenciadores acusados de participar de um esquema criminoso relacionado ao “jogo do tigrinho” e à promoção de cassinos online, atividades ilegais no Brasil. Esse esquema de apostas ilegais tem prejudicado diversas pessoas e envolve uma rede de influenciadores que atuam como recrutadores.

Uma matéria veiculada no programa “Fantástico” em 3 de dezembro revelou que figuras como Eduardo Campelo, Gabriel, Ezequiel e Ricardo acumularam riqueza ao promover um jogo por meio de um aplicativo. A súbita ascensão financeira desses indivíduos chamou a atenção das autoridades policiais do Paraná.

“Anteriormente, eram entregadores de moto, pessoas comuns, e em um intervalo curto de tempo surgiram com vários carros importados e fazendo viagens internacionais”, disse o delegado da Polícia Civil do Paraná, Thiago Dantas. Esses quatro indivíduos lucravam ao promover plataformas online associadas ao “Fortune Tiger”, também conhecido como “jogo do tigrinho”.



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