No dia de ontem, um adolescente de 17 anos acabou presa, juntamente com seu namorado no Rio de Janeiro, tudo ocorreu após ela ser apontada como a principal suspeita de envenenar a própria mãe em Alagoas.
Segundo informações este crime aconteceu ainda em julho de 2022, na época a adolescente teria ainda 16 anos, segundo informações teria colocado inseticida utilizado em produções agrícolas na comida de sua mãe, Valdiclea da Silva Ferreira.
A mulher envenenada chegou a ser socorrida, porém não resistiu, e faleceu 4 dias após ter sido enviada para uma unidade de saúde, no Hospital Metropolitano de Maceió.
Até onde se sabe oque motivou a filha a envenenar a própria mãe, teria sido o fato de sua mãe não concordar com seu relacionamento, que se dava com um homem de 50 anos de idade, enquanto ela tinha 16.
Sua mãe nunca aceitou a relação de ambos, devido a grande diferença de idade entre os dois, que poderiam ser de fato pai e filha. Logo o namorado entrou na mira da polícia como suspeito, ele pode ter auxiliado a jovem no envenenamento de sua mãe.
Os dois principais suspeitos do crime, felizmente foram localizados pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, o namorado da jovem foi preso após ir a uma agência bancária, já a adolescente estava na Comunidade da Maré, na Zona Norte. Os dois agora seguem sob custódia.
O caso assustador revoltou muitas pessoas, a polícia no entanto irá investigar ainda mais a fundo o ocorrido, para ter clareza na motivação por trás do crime. Mais detalhes deste terrível acontecimento são apurados pela polícia.
Veja também:
Substância usada para envenenar mãe e filho é “extremamente tóxica”
O parecer das mortes de Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, e Luzia Tereza Alves, de 85, mãe e filho vítimas de envenenamento em Goiânia (GO), revelou que os falecimentos foram resultado do uso de uma substância extremamente tóxica.
A Polícia Científica de Goiás optou por não divulgar o nome da substância por razões de segurança, porém mencionou ser um óxido inorgânico comumente empregado na indústria.
Segundo Mayara Cardoso, responsável pelo laboratório de análises químicas e toxicológicas do órgão, o composto é “extremamente tóxico” e sua aquisição é desafiadora. Ela afirmou que “pequenas quantidades dessa substância já são capazes de provocar danos irreversíveis ao organismo”.
Mãe e filho faleceram em 17 de dezembro, após apresentarem vômito, diarreia e dores abdominais, algumas horas após tomarem o café da manhã. Apesar de terem sido hospitalizados, não resistiram.
Os investigadores examinaram amostras de quatro bolos em potes que foram servidos durante a refeição. Em duas dessas amostras, foram identificados vestígios da substância.
“Entre os doces analisados, apenas dois continham o referido óxido inorgânico. Os outros dois estavam livres dessa substância. Além disso, foi verificado o lote entregue à Polícia Científica, o qual também não apresentava vestígios do óxido inorgânico”, explicou Olegário Augusto, perito criminal e membro da divisão de comunicação da Polícia Científica. “Isso nos leva a concluir que essa substância foi adicionada posteriormente. Ela não foi encontrada em todos os potes servidos durante o café da manhã naquele dia”, concluiu.
A principal suspeita do crime é a advogada Amanda Partato, de 31 anos, que está detida desde 20 de dezembro. O suposto motivo do crime seria um sentimento de rejeição, pois a mulher teve um breve relacionamento com o médico Leonardo Pereira Alves Filho, filho de uma das vítimas, Leonardo Pereira Alves.
A advogada nega qualquer envolvimento no crime. Ela enfrenta problemas de saúde mental e se apresentava nas redes sociais como psicóloga, apesar de não possuir registro profissional, de acordo com o Conselho de Psicologia.