Humorista de ‘A Praça É Nossa’ é agredida durante assalto em São Paulo

Na manhã desse sábado (3), a jornalista Fábia Oliveira soltou a bomba: a comediante Jaqueline Santos passou por um baita sufoco durante um assalto em São Paulo. Segundo a colunista do Metrópoles, a humorista do programa “A Praça É Nossa” tomou uns socos antes de ter o celular levado pelo bandido. Mesmo depois de tomar as providências, Jaqueline ainda tá com dor de cabeça por causa desse roubo.

Conforme Jaqueline Santos contou, o assalto rolou na quarta-feira passada (31), numa avenida movimentada de São Paulo. Ela tava num carro de aplicativo quando o bandido entrou no veículo e começou a agredir ela, dando socos nos braços. Depois de pegar o celular dela, o pesadelo começou. “Eu entrei em pânico na hora e saí correndo atrás dele. Tinha mais uns 10 bandidos esperando ele perto de um túnel. O pessoal começou a buzinar e me pedir pra parar de correr. Aí, uma mulher super gente boa me colocou no carro dela”, contou Jaqueline.

Ela ainda disse que foi acolhida por essa mulher, que a ajudou a voltar pro carro do Uber. “Nunca vi essa mulher na vida, mas ela foi um anjo e me levou de volta pro Uber”, explicou. A comediante ainda mencionou que a situação podia ter sido pior, já que o bandido tava armado. “Eu fiquei cega de raiva e não pensei que podia morrer. Vi ele com uma faca na mão”, completou.

Os estragos na vida de Jaqueline Santos

Jaqueline contou que, mesmo correndo pra registrar o boletim de ocorrência, 15 minutos depois do assalto, suas redes sociais e aplicativos de banco já estavam hackeados. “Meu mundo caiu, eles conseguiram acessar minhas contas bancárias, redes sociais e até meu e-mail da Apple. Trocaram todos meus números pra eu não conseguir recuperar”, detalhou ela.

Apesar de ter feito contato com a operadora pra reaver os chips e com a empresa do aparelho pra desativar o celular, Jaqueline diz que tá vivendo um pesadelo. “Tentaram fazer compras com meu cartão online da XP e tá sendo um inferno esses dias. Eles não param de me ligar de números diferentes o dia todo, mandam SMS com links pra eu clicar”, relatou. E, pra piorar, ela ainda não conseguiu recuperar algumas das redes sociais. “Meu Instagram oficial não consegui recuperar ainda, e é dali que vem minha fonte de renda. Tenho contratos pra divulgação diária, e isso tá atrapalhando demais minha vida”, lamentou.

Esse tipo de situação mostra o quanto a gente tá vulnerável. Não basta só a violência física, mas também o roubo digital que vem logo em seguida. Jaqueline tá fazendo de tudo pra se recuperar, mas o estrago foi grande.

Enquanto isso, a gente fica aqui torcendo pra que ela consiga reverter essa situação logo. É importante lembrar da importância de se proteger digitalmente, usando verificação em duas etapas e outras medidas de segurança. Mesmo assim, quando a violência bate na nossa porta, parece que nada é suficiente.

E fica um aprendizado pra todos: a solidariedade das pessoas pode fazer toda a diferença. A mulher que ajudou Jaqueline foi um verdadeiro anjo naquele momento. Quem sabe, a gente também pode ser um anjo pra alguém que precise, qualquer dia desses.



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