“Jack”: Confira o que significa gíria de cadeia utilizada por Marçal contra Datena

O debate da TV Cultura desse domingo (15/9), com os candidatos à Prefeitura de São Paulo, pegou fogo! Rolou até uma cena que ninguém esperava: José Luiz Datena (PSDB) e Pablo Marçal (PRTB) trocaram farpas bem pesadas, e no meio disso, uma gíria bem polêmica tomou conta da discussão.

Tudo começou quando Marçal chamou Datena de “Jack”. Pra quem não tá ligado, essa é uma gíria que vem dos presídios e é usada pra falar de pessoas acusadas de crimes de estupro. O nome “Jack” é uma referência meio bizarra a Jack, o Estripador, aquele famoso assassino em série lá da Inglaterra. Não que tenha muito a ver diretamente, mas parece que o nome acabou se ligando a essa ideia de crimes dentro do sistema prisional.

O problema é que o uso da gíria “Jack” no debate não foi por acaso. Marçal estava tentando cutucar Datena com uma acusação antiga de assédio, que rolou lá em 2019. Na época, uma funcionária da TV Bandeirantes acusou o apresentador, mas, depois de muita investigação, o caso foi arquivado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), porque não encontraram provas suficientes. E, pra piorar a situação pra acusadora, ela ainda se retratou num cartório, pedindo desculpas pra Datena e pra família dele. Imagino o climão que ficou, né?

Agora, voltando pro debate: Datena não gostou nem um pouco de ser chamado de “Jack”. Quem gostava? Foi aí que o caldo entornou de vez. Ele se sentiu tão ofendido que perdeu a paciência e jogou uma cadeira em Marçal! Isso mesmo, jogou uma cadeira no cara! A treta foi tão séria que o debate teve que ser interrompido na hora, e Datena acabou sendo expulso do programa. Marçal, por sua vez, deixou o estúdio e foi direto pro hospital. Ninguém esperava esse tipo de coisa num debate, né? A eleição tá cada vez mais louca!

Agora, pra ser sincero, eu entendo a raiva do Datena. Não deve ser fácil ter uma acusação dessas jogada na sua cara, ainda mais ao vivo, com todo mundo assistindo. Mesmo que a acusação tenha sido arquivada, a marca dessas coisas fica, né? Mas daí a partir pra violência? Talvez tenha sido um exagero, mas quem sou eu pra julgar? As emoções no calor do momento são complicadas, ainda mais quando tem câmeras e uma audiência enorme.

E, falando nisso, isso me lembrou de uma vez que eu vi uma treta no trabalho. O chefe começou a discutir com um colega por causa de uma besteira qualquer, e quando a gente viu, já tinha coisa voando pela sala – caneta, pasta, o que tava na mão. No final, ninguém saiu machucado, mas o climão ficou. Acho que esse tipo de coisa mostra que, mesmo com toda a formalidade de um debate político, as pessoas ainda são… pessoas. Elas perdem a cabeça, cometem erros, se exaltam.

O que fica agora é saber como isso vai impactar a campanha dos dois. Será que o Datena vai perder pontos por ter perdido o controle? Ou será que o público vai entender a revolta dele? E o Marçal? Será que ele vai ganhar algum apoio por ter “cutucado a onça com vara curta”? Só o tempo vai dizer. Mas que esse episódio foi um dos mais tensos dessa corrida eleitoral, ah, isso foi.

Acho que no fim das contas, a política acaba sendo um grande palco, onde tudo pode acontecer. Já vimos de tudo: candidatos que saem no tapa, outros que choram, alguns que fazem piada… E esse ano, a coisa parece que vai ser ainda mais imprevisível. Vamos ver no que vai dar essa eleição, né? É esperar pra ver quem consegue segurar o próprio temperamento até o final dessa novela!



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