Cientistas procuram sinal de vida em sistema com planetas semelhantes à Terra

Cientistas do Instituto Seti, junto com a galera da Universidade Penn State, deram uma olhada no sistema Trappist-1, que é bem interessante porque tem um monte de planetas que são parecidos com a Terra. O legal é que pelo menos três desses planetas estão na chamada zona habitável, onde a água líquida poderia existir. E quem não ama uma água fresquinha, né?

Depois de 28 horas de pesquisa intensa, tentando captar sinais de rádio que pudessem ser de vida extraterrestre, a turma não conseguiu achar nada. Mas, por outro lado, o trabalho rendeu dados que vão ser super úteis para futuras investigações. Sempre bom pensar no lado positivo, certo?

A equipe usou o Allen Telescope Array (ATA) para fazer essa busca. Eles acreditam que novos equipamentos podem ajudar bastante a pegar resultados melhores no futuro. Imagina só ter um equipamento de ponta e conseguir ouvir o que, sei lá, um ET tá transmitindo? Isso seria épico!

Nick Tusay, um estudante da Penn State, comentou: “Esta investigação mostra que estamos nos aproximando da detecção de sinais de rádio semelhantes aos que enviamos para o espaço. Nossos receptores têm um limite de sensibilidade a uma potência mínima de transmissão para além de qualquer coisa que enviamos involuntariamente. Mas, com melhor equipamento, como o futuro Square Kilometer Array (SKA), poderemos em breve ser capazes de detectar sinais de uma civilização alienígena.” Olha só a esperança na voz do rapaz!

Durante o experimento, a equipe ficou fuçando em uma variedade de frequências à procura de sinais de banda estreita, que poderiam ser indícios de tecnologia de outros mundos. Eles filtraram milhões de sinais, mas só 11 mil foram selecionados para uma análise mais detalhada. E, adivinha? Nenhum deles era de origem não-humana. Que chato, né? Mas faz parte da jornada.

Agora, falando um pouco mais sobre o sistema Trappist-1, ele tá a uns 41 anos-luz da Terra e é composto por uma estrela pequena e fria. Além disso, tem sete planetas rochosos. A melhor parte é que três desses planetas estão na zona habitável, onde a água líquida poderia estar. Imagina só: talvez existam outras formas de vida por lá, ou pelo menos ambientes que podem sustentar vida!

Todos esses planetas giram em torno da estrela a uma distância bem menor do que Mercúrio em relação ao Sol. Isso é interessante porque, quanto mais perto a estrela, maior a chance de ter calor suficiente para a água ficar líquida. A ciência tá cheia dessas jogadas, né?

O sistema Trappist-1 já tem pelo menos 500 milhões de anos, o que é uma eternidade se pensar bem. No centro dele, tá uma estrela anã vermelha, que é bem diferente do nosso Sol. Esse tipo de estrela é mais fria e menos brilhante, mas ainda assim é super interessante para os astrônomos.

No fim das contas, mesmo que a equipe não tenha encontrado sinais de vida, a pesquisa deles foi uma contribuição valiosa para o conhecimento sobre o universo e as possibilidades de vida fora da Terra. É tipo um passo de formiga, mas que pode levar a grandes descobertas no futuro. Quem sabe, em breve, a gente não escuta um “olá” vindo de outro planeta? Isso seria bem doido! Enquanto isso, a gente segue acompanhando as pesquisas e sonhando com o dia em que a humanidade vai fazer contato com os nossos vizinhos cósmicos.



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