Na última quinta-feira, dia 28 de agosto, o portal Metrópoles voltou a agitar o noticiário de celebridades com uma revelação que caiu como bomba no mundo dos famosos: o ator e músico Junno Andrade, marido da eterna Rainha dos Baixinhos, Xuxa Meneghel, estaria envolvido em encontros íntimos com a massagista Luana Saraiva.
De acordo com a colunista Fábia Oliveira, os dois teriam se encontrado em São Paulo pelo menos em duas ocasiões. Fontes ouvidas pela coluna falaram até em troca de mensagens picantes e em “final feliz”, expressão que acabou viralizando nas redes. No X (antigo Twitter), muita gente comentou a suposta traição, e memes não demoraram a aparecer — alguns até comparando a situação com outras fofocas recentes, como o caso de Belo e Gracyanne, que ainda rende comentários.
Essa, no entanto, não é a primeira vez que o nome de Junno aparece em situações delicadas relacionadas à fidelidade. Lá em junho do ano passado, ele já havia se envolvido em polêmica depois de reagir a fotos de uma mulher casada usando emojis considerados, no mínimo, impróprios para alguém comprometido.
Na mesma época, o próprio Metrópoles também trouxe à tona outro episódio: Junno teria mandado diversos emojis de “foguinho” para a influenciadora Leoni Escobar, esposa de Yuri Bonotto, que participa do programa da Eliana, no SBT, como bombeiro. O caso repercutiu bastante porque Yuri, visivelmente incomodado, chegou a comentar publicamente, ainda que sem citar diretamente o nome do músico.
Sentindo o clima pesado, Junno resolveu se antecipar e procurou Yuri para pedir desculpas. Em mensagens reveladas pela coluna, ele escreveu:
“Yuri, se quiser conversar, tô à disposição. Recebi a mensagem da Leoni e vim aqui me desculpar. Meu erro foi não te seguir também, porque admiro vocês dois. Já curti várias coisas de vocês juntos… Se quiser falar, esse é meu número.”
A resposta de Yuri foi dura e direta, sem espaço para reconciliação:
“Não quero conversar, não. Seu erro foi que toda vez que ela postava algo com pouca roupa, você mandava foguinho ou emoji de boca aberta. Sempre com segundas intenções.”
O bombeiro reforçou ainda que, como homem, sabia bem diferenciar um elogio inocente de uma investida:
“Se fosse carinho, você mandaria sempre, não só quando ela aparecia de pijama, pós-bronze ou mostrando mais o corpo. Mas enfim, já conversamos. Ela curtia o que você mandava, então talvez até gostasse.”
Mesmo diante da recusa, Junno tentou insistir, afirmando que as interpretações estavam equivocadas. Segundo ele, emojis como “fogo” ou “boca aberta” não tinham conotação sexual, mas sim de interação casual. “A pessoa aparece bronzeada, é uma foto quente, pronto. Não tem segundas intenções”, garantiu.
Para tentar encerrar o assunto, o músico disse que, se a própria Leoni tivesse se sentido ofendida, ela teria deixado claro. E completou afirmando nunca ter escrito uma linha sequer para “cantar” a influenciadora.
O episódio, claro, caiu nas rodas de conversa sobre relacionamentos e limites nas redes sociais. Afinal, em tempos de exposição total, até um simples emoji pode gerar crise. O público, dividido, comenta: uns acreditam que Junno exagerou, outros acham que tudo não passa de mal-entendido.
O fato é que o nome dele, mais uma vez, virou pauta nas colunas de fofoca. Para quem acompanha a vida de Xuxa, essa situação é incômoda — ainda mais agora que a apresentadora voltou à mídia com o documentário sobre sua trajetória, exibido recentemente no Globoplay, e com participações em programas especiais da TV Globo.
No fim das contas, fica a questão: até que ponto uma “interação inocente” nas redes sociais pode ser encarada como flerte? E, mais ainda, como essas atitudes afetam a imagem de alguém que vive sob os holofotes?