Ginasta Flavia Saraiva surpreende os fãs após assumir namoro com filho de jogador de futebol

A vida da ginasta Flávia Saraiva anda movimentada dentro e fora dos ginásios. Quem esteve no festival The Town, em São Paulo, na sexta-feira, 12, percebeu isso de perto. Entre os shows que agitaram a noite, Flavinha apareceu acompanhada e esbanjando sorrisos. Ao lado dela estava o influenciador digital Tulinho, filho do ex-jogador Túlio Maravilha. Os dois foram vistos juntinhos, trocando abraços nos bastidores e não demorou para as fotos caírem nas redes.

Segundo o portal Quem, eles já estão vivendo um romance. Oficialmente, nenhum dos dois comentou nada, mas a linguagem corporal entregou bastante coisa. Vale lembrar que em 2024, a própria Flávia brincou num podcast que estava “caçando um amor”. Agora, pelo visto, a procura acabou.

Mas a história dela vai muito além do coração. Flavinha, como é chamada com carinho pelos fãs, se tornou um verdadeiro ícone da ginástica artística brasileira. Aos 25 anos, a carioca não é apenas atleta, mas um símbolo de garra. E pensar que tudo começou num projeto social quando ela tinha apenas 8 anos…

Inspirada por nomes como Daiane dos Santos, ainda criança mostrou talento de sobra. Aos 11 anos já encarava a vida longe da família, em Três Rios, sob o comando da técnica Georgette Vidor. Foi uma decisão dura, mas essencial para lapidar uma das maiores estrelas do esporte.

O brilho internacional apareceu cedo. Nos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanquim, em 2014, a menina de 14 anos já conquistava medalha de ouro no solo, além de duas pratas. Era só o começo de uma carreira marcada por altos e baixos — mas principalmente pela resiliência.

E por falar em baixos, não dá pra esquecer das inúmeras lesões. O tornozelo, por exemplo, foi um verdadeiro tormento. Teve cirurgia, teve dor, teve até aquele momento em que ela pensou em desistir de vez. Só que Flávia nunca foi de abandonar fácil. Cercada de profissionais e com uma força interna impressionante, ela deu a volta por cima.

Essa virada ficou clara nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, em 2023. Foram cinco medalhas, o que fez dela a ginasta mais premiada da competição. Pouco tempo depois, brilhou também no Mundial, trazendo uma prata por equipes e bronze no solo — resultados históricos para o Brasil.

O ápice, claro, veio em Paris 2024. A equipe feminina brasileira conquistou o inédito bronze olímpico por equipes. Flávia esteve lá, lado a lado com Rebeca Andrade, Jade Barbosa, Lorrane Oliveira e Júlia Soares. Foi emoção pura ver aquelas meninas subirem ao pódio, colocando o Brasil no mapa da ginástica mundial de um jeito nunca antes visto.

Mesmo após uma cirurgia no ombro, a guerreira não demorou a voltar. Agora em setembro de 2025, no Campeonato Brasileiro, ela mostrou que continua no topo: levou o ouro na trave, seu aparelho preferido. Foi quase como um recado: “ainda não terminei minha história”.

Entre treinos, competições e até novos capítulos na vida amorosa, Flávia segue inspirando. Não é exagero dizer que muitas crianças hoje começam a praticar ginástica pensando em ser como ela. O carisma ajuda — quem já assistiu a uma entrevista dela sabe bem como a energia contagia.

O futuro ainda guarda desafios, claro. O esporte de alto rendimento nunca é fácil, e as dores sempre voltam a cobrar. Mas se tem alguém que sabe lidar com quedas e levantar de novo, esse alguém é Flavinha. E agora, com o coração aparentemente mais leve, talvez ela voe ainda mais alto.



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