Chiquini expõe o que aconteceu com irmã Ilda após uma oração

Na manhã desta quinta-feira (13), o advogado Jeffrey Chiquini, conhecido por atuar na defesa de Filipe Martins — ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) — resolveu abrir o coração nas redes sociais e contar um episódio que, segundo ele, o deixou bastante mexido. A história envolve irmã Ilda, uma senhora religiosa que, nos últimos meses, vem acompanhando de perto as discussões políticas e os desdobramentos que parecem nunca ter fim no país.

De acordo com Chiquini, a religiosa teria procurado forças na oração depois de um período de muita angústia. Ela lhe contou que estava, literalmente, de joelhos, pedindo a Deus algum sinal, alguma luz no meio das turbulências que o Brasil enfrenta — uma mistura de frustrações políticas, economia apertada, incertezas e até esse clima estranho que anda dominando as redes desde o começo do ano. Ele relatou que, naquele momento de total cansaço emocional, ela chegou a pensar em desistir de tudo.

Segundo o advogado, foi então que algo inesperado aconteceu. Ao terminar a oração, a irmã Ilda abriu o celular e, quase que automaticamente, apareceu um vídeo dele — daqueles discursos inflamados que ele costuma postar, incentivando seguidores a “não largarem a mão” e continuarem firmes, porque, nas palavras dele, “a guerra ainda será vencida”. Esse tipo de conteúdo, que costuma viralizar bastante, especialmente em grupos de WhatsApp e no X (antigo Twitter), teria sido exatamente o empurrãozinho que ela precisava.

Chiquini contou que, quando escutou isso da própria dona Ilda, ficou profundamente tocado. Ele disse que o coração dele “ardeu por justiça”, expressão que até parece saída de novela bíblica, mas encaixa bem na narrativa que ele costuma apresentar ao público que o acompanha. Ele também afirmou que, se uma senhora humilde como ela, que enfrenta seus próprios problemas e ainda assim encontra forças para acreditar, consegue continuar firme, então ninguém do grupo — segundo ele, “o nosso povo” — deveria se dar ao luxo de desistir.

O advogado reforçou ainda que, para ele, esse tipo de relato não é apenas emocionante, mas também um chamado à responsabilidade. Em seu texto, que circulou rapidamente, ele escreveu que não seria justo abandonar o país “neste momento decisivo”, fazendo referência às disputas políticas recentes, às investigações que ainda correm e até mesmo ao clima de divisão que continua marcando o debate público no Brasil em 2025. Ele concluiu dizendo que acredita que “Deus vai mudar esse cativeiro”, uma frase que mistura metáfora religiosa com crítica política, algo muito comum nesses discursos que unem fé e patriotismo.

Mesmo com um tom um pouco dramático — e até exagerado em alguns momentos —, a história ganhou repercussão. Usuários comentaram que a fala de Chiquini traz certo conforto num período em que muitas pessoas estão se sentindo desgastadas. Outros, claro, criticaram o apelo emocional e disseram que tudo isso parece mais uma estratégia de comunicação do que um episódio espontâneo. Mas, goste-se ou não, o relato virou assunto.

No fim das contas, a história da irmã Ilda funciona como um símbolo dessas pequenas coincidências que muita gente interpreta como sinal divino. E, para Chiquini, virou também uma forma de reforçar a narrativa de resistência que ele e boa parte do grupo político ligado ao ex-presidente Bolsonaro continuam defendendo. É um daqueles casos que misturam fé, política, emoção e redes sociais — mais um capítulo bem brasileiro dessa novela que parece nunca chegar ao último episódio.



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