Joana Prado voltou aos holofotes nos últimos dias após um vídeo do podcast 1 Casamento a 3, que ela apresenta ao lado do marido, Vitor Belfort, viralizar e gerar uma chuva de críticas nas redes sociais. O motivo? Uma suposta grosseria dela com o sogro, José Marcos, durante uma ligação insistente que aconteceu bem no meio da gravação. Bastou o trecho cair no X (antigo Twitter) para uma parcela da internet decretar que Joana havia “tratado mal” o pai de Vitor — e, como sempre, a história explodiu antes até de alguém perguntar o que realmente aconteceu.
Cansada de ver o assunto crescer sem controle, Joana decidiu se pronunciar. E fez isso do jeito direto que ela costuma usar desde os tempos de Feiticeira, lá no final dos anos 90. “Antes que os mimimis comecem…”, iniciou ela, numa tentativa clara de frear o início de mais uma tempestade de opiniões. Segundo Joana, o trecho foi totalmente tirado de contexto e acabou servindo de combustível para quem gosta de detonar alguém na internet só pela adrenalina de participar de uma polêmica.
A influenciadora comentou que o que mais a entristeceu não foi nem a crítica do público — algo que, na era das redes sociais, já virou quase profissão para alguns —, mas sim um comentário feito por alguém da própria família. A fala dela evidencia que o desgaste não ficou só na internet: “Teve uma pessoa da família do Vitor, que também é minha família, colocando um comentário tão desnecessário…”, lamentou. E ainda usou um versículo bíblico, o que Joana considerou irônico, já que, segundo ela, quem conhece a vida dessa pessoa saberia que aquilo não condizia muito com sua prática diária.
Ela reforçou também o carinho que tem pelo sogro, descrevendo o homem como alguém que ela ama e considera como um pai. Isso vai na contramão da narrativa viral que cresceu nas redes — aquela mesma narrativa que, em poucos minutos, transforma qualquer gesto interpretado de forma torta em agressão, grosseria ou desrespeito absoluto. Joana aproveitou para dar uma cutucada no comportamento típico da internet: “É muito fácil falar ‘que feio’ ou ‘como trata assim uma pessoa?’, mas ninguém vê o dia a dia, o cuidado, o amor que a gente tem com os nossos pais.”
A influenciadora ainda citou Deus, dizendo que o que a conforta é saber que “Ele conhece o nosso coração”. Esse tipo de frase, comum em momentos de desgaste emocional, mostra que Joana realmente se afetou com as acusações — mesmo sendo alguém acostumada com pressão pública há décadas. Não é de hoje que figuras públicas, especialmente aquelas mais presentes nas redes, falam sobre como a cultura do cancelamento cria julgamentos instantâneos sem qualquer esforço mínimo para entender o contexto.
E o que de fato aconteceu? Segundo Joana, o sogro estava ligando várias e várias vezes enquanto ela gravava o podcast, o que é sempre um momento mais tenso, ainda mais quando existe produção, tempo contado e equipe acompanhando. Ao perceber a insistência, ela decidiu atender no viva-voz para garantir que não era algo urgente. O tom dela, interpretado por alguns como “rude”, teria sido apenas uma mistura de pressa, preocupação e — sejamos sinceros — aquele estressezinho básico que qualquer pessoa sente quando o celular toca dez vezes seguidas.
“Eu tenho que mostrar… o pai do Vitor tem que ser contratado na área de cobrança, porque a pessoa não desiste!”, brincou ela, tentando transformar o episódio em algo mais leve. A frase, que seria risada garantida num almoço de domingo, acabou virando munição para criticar sua postura.
No fim das contas, a situação mostra mais uma vez como a internet cria versões ampliadas de momentos simples. Joana, que já viveu tantas fases na mídia, parece querer apenas seguir a vida com mais tranquilidade — mas, como 2024 já provou diversas vezes, a internet não dá folga nem para quem só atendeu uma ligação no meio do trabalho.