Namorada de Belo, Rayanne Figliuzzi, vira ré e pode pegar anos de prisão após ação em clínica

A influenciadora digital Rayane Figliuzzi, atual namorada do cantor Belo e conhecida do grande público por sua participação em A Fazenda, passou a enfrentar um novo e delicado capítulo fora das redes sociais. Ela se tornou oficialmente ré na Justiça do Rio de Janeiro, após o Tribunal aceitar uma denúncia apresentada pelo Ministério Público. O caso envolve crimes contra as relações de consumo, incluindo a acusação de exposição à venda de mercadorias consideradas impróprias para uso.

A informação foi revelada inicialmente pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, e rapidamente se espalhou pelas redes e grupos de WhatsApp. Não demorou muito para o assunto virar pauta em sites de celebridades e programas de fofoca, daqueles que misturam bastidor jurídico com vida pessoal.

Tudo começou a ganhar mais peso em dezembro de 2025, quando uma clínica de estética ligada ao nome de Rayane foi alvo de uma operação policial. No local, agentes do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária fizeram uma descoberta que chamou atenção: duas câmeras de bronzeamento artificial estavam instaladas no espaço. O detalhe é que esse tipo de equipamento é proibido no Brasil para fins estéticos, segundo normas da Anvisa, por representar riscos sérios à saúde.

E não foi só isso. A clínica, segundo os fiscais, não possuía alvará de funcionamento, nem autorização legal para exercer qualquer atividade estética. Ou seja, mesmo que não estivesse atendendo clientes naquele momento, o simples fato de manter os equipamentos e produtos já levantou suspeitas.

As investigações avançaram ainda mais depois do relato de uma cliente, que afirmou ter sofrido queimaduras graves durante um procedimento realizado no local. O depoimento foi considerado forte e ajudou a embasar a denúncia do Ministério Público. Nos bastidores, comenta-se que as imagens e laudos médicos pesaram bastante na decisão judicial.

Em sua defesa inicial, a equipe jurídica de Rayane tentou afastar as acusações. Em nota enviada ao UOL Splash, os advogados afirmaram que o espaço estaria desativado há meses, funcionando apenas como um depósito para produtos ligados à marca de moda praia da influenciadora. Ainda segundo a defesa, os itens apreendidos não seriam usados comercialmente.

Outro ponto levantado foi em relação aos cosméticos encontrados no local. De acordo com os advogados, os produtos teriam sido adquiridos com prescrição médica, destinados ao uso pessoal de Rayane, e não para venda ou aplicação em clientes. A versão, porém, não convenceu totalmente o Ministério Público, que seguiu adiante com a denúncia.

Com a aceitação do processo, Rayane agora terá que responder formalmente na Justiça, o que muda completamente o cenário. Na prática, deixa de ser apenas uma investigação e passa a ser um caso judicial, com prazos, audiências e possíveis desdobramentos legais.

Os reflexos já começaram a aparecer. Pessoas próximas à influenciadora confirmam que ela foi afastada de eventos importantes do Carnaval 2026, incluindo presenças VIP e campanhas publicitárias. Em um momento em que imagem vale muito, qualquer associação a problemas judiciais pesa — e pesa rápido.

Nas redes sociais, o assunto dividiu opiniões. Enquanto alguns seguidores saem em defesa da influenciadora, outros cobram explicações mais claras. É aquele velho tribunal da internet, onde todo mundo vira especialista em direito, vigilância sanitária e estética da noite pro dia.

Agora, o caso segue nas mãos da Justiça. E, goste ou não, Rayane Figliuzzi terá que lidar com um cenário bem diferente daquele dos filtros, publis e fotos ensolaradas. O desfecho ainda é incerto, mas uma coisa é clara: a história está longe de acabar.



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