Nem sempre a gente tá preparado pra certas notícias… e foi exatamente assim que começou a manhã desta sexta-feira, 03 de abril. O diretor do programa A Tarde é Sua, Elias Abrão, que também é irmão da apresentadora Sonia Abrão, apareceu nas redes sociais visivelmente abalado pra dividir com o público uma perda bem pessoal — daquelas que pegam fundo mesmo.
Sem muito rodeio, mas com palavras carregadas de emoção, Elias contou que Maria Cecília havia falecido naquela manhã. Pra quem não entendeu de cara, não se tratava de uma pessoa da família, mas sim da cachorrinha dele, uma companheira de anos, daquelas que viram praticamente parte da casa, sabe? Quem tem pet entende bem esse tipo de dor, inclusive eu acho que é uma das perdas mais silenciosas que existem hoje em dia.
Ele publicou uma foto dela — aparentemente tranquila, dessas que a gente guarda com carinho no celular — e escreveu algo que mexeu com muita gente: “Justo hoje minha Cachorra Linda? Tão nova e repentinamente. Vou continuar a caminhada sozinho? Estou muito triste. Tchau! Maria Cecília”. Não tem muito o que interpretar ali, né… é dor pura, crua, sem filtro.
E aí, como já virou meio comum nas redes sociais (principalmente depois de tudo que a gente viu nos últimos anos, pandemia, perdas coletivas e tal), os comentários rapidamente se encheram de mensagens de apoio. Amigos próximos e seguidores marcaram presença tentando dar uma força, mesmo que virtualmente.
O jornalista Alessandro Lo-Bianco, por exemplo, escreveu algo simples mas sincero: “Poxa não acredito. Meus sentimentos Elias. De coração”. Já uma seguidora trouxe uma mensagem mais simbólica, citando São Francisco de Assis — conhecido como protetor dos animais — pedindo pra que Maria Cecília fosse recebida em um “jardim florido”. Bonito isso, né? Dá um certo conforto, mesmo que pequeno.
Teve também quem apelasse pra fé, desejando que Deus pudesse confortar o coração dele nesse momento difícil. E assim, comentário vai, comentário vem… dá pra perceber que, mesmo sendo uma perda pessoal, muita gente se identificou. Afinal, hoje em dia os pets deixaram de ser “só animais” faz tempo.
Aliás, vale até fazer um parêntese aqui. Muita gente não sabe, mas a expectativa de vida dos cães varia bastante. Em média, fica entre 10 e 15 anos, mas isso depende muito do porte e da raça. Cachorros menores costumam viver mais, às vezes chegando até uns 18 anos — o que não é pouca coisa. Já os de grande porte, infelizmente, têm uma expectativa menor, algo entre 8 e 12 anos. É meio injusto, mas é a realidade.
Claro, existem fatores que ajudam (e muito) a aumentar esse tempo: alimentação adequada, vacinação em dia, acompanhamento com veterinário… tudo isso faz diferença. Só que, mesmo com todos os cuidados do mundo, tem coisa que foge do nosso controle. E quando acontece de forma repentina, como foi o caso relatado por Elias, o impacto é ainda maior.
No fim das contas, o que fica é aquele vazio estranho. Quem já perdeu um bichinho sabe… a casa fica silenciosa demais, a rotina muda, parece que falta alguma coisa o tempo todo. Não é exagero, não.
E bom, fica aqui também o registro de que sentir isso é completamente normal. Porque amor, seja por gente ou por animal, quando é de verdade, dói do mesmo jeito quando vai embora.