Feminista processa Erika Hilton após ser associada ao nazismo

Olha, essa história envolvendo a deputada Erika Hilton e a influenciadora feminista Isabella Alves Cêpa ainda tá longe de ter um ponto final. Pelo contrário… parece que cada capítulo só aumenta mais a tensão entre as duas. Agora, a coisa ganhou um novo rumo depois que Isabella resolveu levar o caso novamente pra Justiça, entrando com uma queixa-crime contra a parlamentar. A acusação? Calúnia e injúria.

Segundo a influenciadora, ela foi chamada de “criminosa” e “fracassada”, além de ter sido comparada a grupos pesadíssimos, tipo nazistas e até a Ku Klux Klan. E convenhamos… esse tipo de comparação não é algo leve de se ouvir ou deixar passar batido, né?

Mas essa treta não começou agora, não. Já vem se arrastando desde 2020. Naquela época, Isabella — que é designer gráfica — fez críticas ao resultado das eleições municipais em São Paulo. O ponto mais polêmico foi quando ela afirmou que a mulher mais votada daquele ano seria, na visão dela, um homem. A fala pegou muito mal e gerou uma reação imediata.

Erika Hilton, que é uma das figuras mais conhecidas na luta por direitos LGBTQIA+, decidiu então levar o caso adiante. Ela acionou tanto a Justiça Federal quanto o STF, alegando que havia ocorrido transfobia. Só que… o desfecho não foi o que muita gente esperava.

Em agosto de 2025, a 7ª Vara Federal de São Paulo decidiu arquivar o processo. E não parou por aí. O próprio Supremo Tribunal Federal entendeu que não existia conflito entre a decisão que criminaliza a transfobia e o arquivamento daquele caso específico. Ou seja, basicamente, o entendimento foi de que as falas da influenciadora não se encaixavam como crime naquele contexto.

Inclusive, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, já tinha se manifestado antes disso, defendendo o arquivamento. Na visão dele, as declarações de Isabella estavam dentro do direito de opinião — o que, claro, gerou bastante debate nas redes e fora delas também.

Só que aí… quando parecia que o assunto já tava esfriando, veio mais combustível pra fogueira. No dia 2 de março, durante uma entrevista ao programa “20 minutos”, do Opera Mundi, Erika Hilton voltou a falar sobre o caso. E não pegou leve nas palavras.

Ela afirmou que Isabella seria “criminosa”, argumentando que o STF já definiu o que é transfobia. Em um trecho que repercutiu bastante, a deputada disse algo mais ou menos assim: quem pratica transfobia comete crime, comparando esse tipo de comportamento a ideologias como o racismo e até citando exemplos históricos, como a Ku Klux Klan e Hitler.

A fala foi forte, direta e, claro, dividiu opiniões. Tem gente que concorda com a postura mais firme, enquanto outros acham que passou do limite.

Erika ainda reforçou que crenças pessoais não podem justificar atitudes na sociedade. Segundo ela, viver em coletivo exige regras, e essas regras precisam ser respeitadas. Foi uma fala que mistura posicionamento político com visão social… e que acabou reacendendo toda a polêmica.

Do outro lado, Isabella não deixou quieto. Ao entrar com a queixa na Justiça de São Paulo, ela argumenta que a deputada não estava agindo dentro do papel institucional, mas sim usando sua visibilidade pra atacar alguém com quem discorda. Em outras palavras, ela vê isso como uma retaliação, não como defesa de direitos.

E aí a gente chega naquele ponto clássico: onde termina a liberdade de expressão e onde começa o crime? Essa linha é fina… e cada caso acaba sendo interpretado de um jeito diferente.

No fim das contas, o que dá pra perceber é que essa história ainda vai render bastante. Seja nos tribunais ou nas redes sociais, o assunto continua quente — e com cara de que novos capítulos ainda estão por vir.



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