Livro diz que Mick Jagger precisou ser reanimado após experiência com droga

Revelações Chocantes sobre Mick Jagger e o Perigo das Drogas nos Anos 70

Uma nova biografia que está causando alvoroço entre os fãs dos Rolling Stones traz à tona um episódio sombrio da vida de seu icônico vocalista, Mick Jagger. O livro, intitulado The Rolling Stones: The Biography, escrito pelo autor Bob Spitz, revela que Jagger, hoje com 82 anos, passou por uma experiência de quase morte após usar drogas em Nova York durante a década de 1970. Esse evento impactante ocorreu em 1976, no apartamento de Marshall Chess, um produtor musical que tentou ajudar Jagger em um momento crítico.

O Colapso do Ícone

Segundo a biografia, Jagger chegou ao apartamento de Chess em Manhattan em plena madrugada, após uma festa, em busca de drogas. Chess, que na época tentava se afastar do vício, acabou entrando na limusine de Jagger e os dois seguiram até um conhecido traficante da região. Após usarem a substância, um fato alarmante ocorreu: Jagger desmaiou.

Marshall Chess descreve a cena como aterrorizante. Ele tentou acordá-lo, dando tapas em seu rosto, mas Jagger estava inconsciente e seus lábios começaram a adquirir uma coloração azulada. O desespero tomou conta de Chess quando ele percebeu que a vida do cantor estava em risco. “Eu não sabia mais o que fazer. Fiquei apavorado. Mick Jagger vai morrer no meu apartamento”, relembra Chess em um trecho do livro.

A Chegada do Socorro

Preocupado com a situação, Marshall chamou uma ambulância e também ligou para Ahmet Ertegun, executivo da Atlantic Records, que rapidamente chegou ao local acompanhado da atriz Faye Dunaway. A fama do cantor e a gravidade da situação exigiram um tratamento discreto, e a atriz conseguiu que um amigo, que era presidente do hospital Lenox Hill, reservasse um quarto para Jagger, evitando a exposição pública.

Enquanto aguardavam a ambulância, Chess não hesitou em realizar respiração boca a boca em Jagger, na esperança de trazê-lo de volta. Quando os paramédicos finalmente chegaram, Mick recebeu oxigênio e, felizmente, voltou a respirar normalmente. Um alívio para todos os presentes, mas uma experiência que deixaria marcas profundas na vida do cantor.

Reflexões sobre o Vício e a Superação

A questão do uso de drogas na vida de Jagger não é nova, mas a biografia de Spitz fornece um olhar mais profundo sobre a luta do cantor. Sua ex-parceira, Jerry Hall, revelou em sua autobiografia que Jagger admitiu ter usado drogas no início do relacionamento deles, mas que ele conseguiu abandonar esse hábito após um pedido dela. “Eu disse a ele que não poderia vê-lo se usasse drogas, dizendo: Vá embora e não volte até estar limpo. Ele conseguiu — tinha uma força de vontade impressionante”, escreve Hall, ressaltando a determinação de Jagger em superar seus desafios.

O Impacto na Música e na Cultura

Esse episódio não só destaca a fragilidade da vida de um ícone do rock, mas também reflete uma época em que o uso de drogas estava amplamente disseminado entre músicos e artistas, muitas vezes romantizado. A luta de Jagger contra o vício é um lembrete poderoso das consequências que as drogas podem ter, não apenas na vida pessoal, mas também na carreira de um artista. O impacto de seus altos e baixos moldou não apenas sua música, mas também a cultura ao seu redor.

À medida que a biografia de Bob Spitz se prepara para ser lançada, espera-se que mais detalhes sobre a vida dos Rolling Stones e as dificuldades enfrentadas por seus membros sejam revelados, proporcionando aos fãs uma visão mais íntima e realista sobre seus ídolos. Essa história de superação e os desafios enfrentados por Jagger durante os anos 70 traz um novo significado à música que ele continua a criar e ao legado que deixou.

Conclusão

O relato sobre Mick Jagger e o uso de drogas nos anos 70 é um alerta sobre os perigos do vício, mas também uma prova da força de vontade que pode levar à superação. Para os fãs e admiradores, essa biografia promete ser uma leitura reveladora e esclarecedora.



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