A discussão sobre a redução da jornada de trabalho voltou a ganhar espaço no cenário político brasileiro e passou a ocupar um lugar importante na corrida presidencial de 2026. A ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques, que atualmente atua como coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, criticou a proposta de diminuir a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas e acabar com a chamada escala 6×1.
Durante um evento promovido pelo grupo LIDE, ligado ao empresário e ex-governador João Doria, Daniella afirmou que considera a proposta “populista” e avaliou que uma eventual mudança poderia provocar aumento significativo nos custos das empresas. A declaração gerou repercussão justamente porque o assunto vem sendo tratado como uma das principais pautas relacionadas ao mercado de trabalho neste período eleitoral.