Na última sexta-feira (18), durante mais uma operação da Polícia Federal na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), um item inesperado chamou atenção: um simples pen drive. A apreensão do dispositivo gerou um rebuliço nas redes sociais e na imprensa, com muita gente especulando sobre o que poderia estar guardado ali dentro. Seriam documentos secretos? Conversas comprometedoras? Vídeos comprometedores? Nada disso.
Segundo apuração do jornalista Túlio Amâncio, da Band, que conversou com fontes próximas à investigação, o conteúdo do pen drive era bem menos bombástico do que muitos imaginaram: algumas músicas gospel e pouquíssimas fotos. O laudo foi feito pelo pessoal do Instituto Nacional de Criminalística (INC), e concluiu que o conteúdo era irrelevante pro inquérito em curso. Ou seja, todo aquele auê por praticamente nada.