Mulher internada por uso de caneta emagrecedora do Paraguai teve urina avermelhada e fraqueza muscular

Os riscos ocultos das canetas emagrecedoras: um alerta sobre a saúde

A história de Kellen Oliveira Bretas Antunes, uma mulher que enfrentou sérias complicações de saúde após o uso de uma caneta emagrecedora, levanta questões importantes sobre a segurança e a regulamentação desses produtos. Segundo relatos, Kellen começou a utilizar um medicamento ilegalmente adquirido no Paraguai no final de novembro e, pouco tempo depois, começou a apresentar sintomas preocupantes.

Complicações inesperadas e internações

Dhulia Antunes, filha de Kellen, compartilhou que sua mãe começou a se sentir mal em meados de dezembro. Os primeiros sinais de problemas de saúde surgiram com a urina avermelhada, o que gerou uma preocupação imediata. “Ela suspendeu o uso assim que notou a urina muito avermelhada”, explicou Dhulia. No dia 17 de dezembro, Kellen foi internada no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde foi diagnosticada com suspeita de intoxicação medicamentosa.

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